Terça-Feira, 29 de Setembro de 2020 -

Osasco é a 9ª colocada no ranking entre as cidades do estado paulista como maior mercado consumidor

Publicado em: 20/05/2015
Filipe Nunes

Filipe Nunes

De acordo com informações divulgadas no final do mês de abril do IPC Maps 2015, estudo elaborado pela empresa IPC Marketing que identifica o Índice de Potencial de Consumo (IPC) dos 5,7 mil municípios brasileiros, a cidade de Osasco é a 9ª colocada no ranking de maiores mercados consumidores do Estado de São Paulo e a 30ª colocada nacionalmente. Segundo o estudo, até o final deste ano, os habitantes de Osasco devem desembolsar cerca de R$14,5 bilhões em diversos gastos, como: compras de vestuários, aluguel, despesas de casa, aquisição de imóveis e veículos.
O estudo coloca Osasco entre os 50 maiores municípios brasileiros com potencial para consumo. Neste ano, a cidade registra 0,39 em participação de consumo (share) no País. Em 2014, o valor correspondia a 0,36 e o valor de consumo era de R$ 11,8 bilhões. O município figurava na 33ª colocação no ranking nacional e a 10º no Estado de São Paulo. No topo do ranking nacional de potencial de consumo estão, respectivamente, na liderança: São Paulo, com 7,68 (R$ 286,512 bilhões) de participação de consumo, seguido por Rio de Janeiro, com 4,67 (R$ 147,266 bilhões) e Brasília, com 2,15 (R$ 80,538 bilhões).
“Estamos em alto patamar no cenário nacional, o que, em tese, deverá atrair empresários que queiram se instalar na cidade pelo potencial de consumo. Diante destas novas informações, estamos ainda mais receptivos aos novos investidores e seus investimentos”, revela o prefeito de Osasco, Jorge Lapas.
Um pouco mais sobre o cenário Brasil
Em todo o País, o IPC deve atingir a marca de R$ 3,730 trilhões em 2015. Este montante apresenta crescimento na ordem de R$ 468 bilhões. São cerca de 14,3% a mais se comparado a 2014, quando o IPC registrou R$ 3,262 trilhões. O IPC Maps deste ano revela ainda que o cenário de consumo do Brasil será acompanhado pela elevação de consumo da classe B, grupo que responde a 43,2% (cerca de R$ 1.497,5 trilhão).
A Classe C, considerada popularmente como média, responsável por reunir 47,9% dos domicílios, corresponde por 33,7% do consumo na pesquisa do IPC Maps 2015. A classe alta (A) registra a menor participação de consumo, com 12.9%, valor aproximado de R$ 447,5 bilhões.
Entenda a pesquisa
O IPC Maps é atualizado anualmente pela IPC Marketing, que disponibiliza informações demográficas e de potencial de consumo de todos os municípios brasileiros. O IPC apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo em 22 categorias de produtos nos 5.570 municípios do Brasil. A pesquisa contribui para otimização do investimento em diversas empresas e nichos de mercado.
A pesquisa baseia-se na definição de critérios de classificação das despesas para depois atribuir a cada classe econômica dos domicílios, de cada município, o montante potencial de consumo daquela categoria de despesa, em cada classe econômica. Para efeitos de cálculo do consumo total, são considerados os domicílios urbanos e rurais, de acordo com suas respectivas faixas de rendimento mensal.
As categorias são planejadas de forma a que se aproximasse ao máximo dos critérios estabelecidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), denominado “Pesquisa de Orçamento Familiares” e que serve de base para as projeções de consumo da população brasileira. As despesas da população urbana são classificadas nas seguintes categorias: alimentação no domicílio, alimentação fora do domicílio, bebidas, manutenção do lar, artigos de limpeza, mobiliários e artigos do lar, eletrodomésticos e equipamentos, vestuário confeccionado, calçados, outras despesas com vestuário, transportes urbanos, gastos com veículo próprio, higiene e cuidados pessoais, gastos com medicamentos, outras despesas com saúde, livros e material escolar, matrículas e mensalidades, despesas com recreação e cultura, despesas com viagens, fumo, materiais de construção e outras despesas.
Fonte: SECOM