NOTA DE REPÚDIO -Declarações transfóbica do apresentador Carlos Massa, o Ratinho
O SECOR reafirma seu compromisso histórico com a defesa dos direitos hu [...]
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Enquanto muitos ainda fecham os olhos para o que acontece ao lado, o Senado da Argentina acaba de desferir um golpe mortal contra quem produz a riqueza daquele país. Na madrugada desta quinta-feira (12/02/2026), sob uma nuvem de gás lacrimogêneo e repressão violenta contra os manifestantes, foi aprovada a reforma de Javier Milei que, na prática, rasga a carteira de trabalho dos nossos irmãos argentinos.
O que eles chamam de “liberdade”, nós chamamos de escravidão moderna. Não se enganem: o que está acontecendo lá é o laboratório do que as elites brasileiras querem aprofundar aqui. A aprovação da “Lei de Bases” na Argentina não é apenas uma reforma; é a demolição de décadas de conquistas sociais.
O tamanho do absurdo: o que foi aprovado na Argentina?
O projeto, que agora segue para a Câmara, é um cardápio de ataques brutais:
Fim das Indenizações Justas: Reduz drasticamente o cálculo da indenização por demissão, excluindo bônus, prêmios e até as férias da conta. Além disso, permite que empresas parcelem o pagamento em até 12 vezes.
Ataque à Saúde: Trabalhadores que adoecerem ou se lesionarem fora do horário de trabalho passarão a receber apenas 50% do salário. É a punição para quem fica doente.
Jornada Exaustiva: Abre brechas para jornadas de até 12 horas e o chamado “salário dinâmico”, precarizando totalmente o sustento das famílias.
Fragilização Sindical: Ataca diretamente o direito de greve e a organização dos trabalhadores, tentando calar a única voz capaz de resistir ao massacre.
Brasil: O momento de agir é AGORA!
Nós, do SECOR, sabemos que o capital não tem pátria. Se permitirmos que o fascismo econômico se consolide na Argentina sob o pretexto de “modernização”, a pressão para que o Brasil siga o mesmo caminho será imediata.
O governo brasileiro e as centrais sindicais precisam tomar uma postura enérgica. Não basta observar; é preciso fortalecer nossas bases, denunciar o avanço da extrema-direita contra o trabalho e garantir que as reformas nefastas que já sofremos no passado — como a de 2017 — sejam revogadas, e não aprofundadas.
”A história não perdoa quem se omite. O que Milei faz hoje na Argentina é o sonho de consumo de muitos patrões aqui em Osasco e região. Se eles avançam lá, tentarão avançar aqui.”
O SECOR segue em vigilância total. Não aceitaremos que a lógica do lucro passe por cima da vida e da dignidade do trabalhador. É hora de unidade internacionalista e resistência interna.
NENHUM DIREITO A MENOS!
FORÇA AOS TRABALHADORES ARGENTINOS!
VIGILÂNCIA E LUTA NO BRASIL!
A atividade integrou a agenda do Mês de Luta das Mulheres, [...]
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