SECOR participa de debate sobre inclusão de pessoas com deficiência e reforça compromisso com a pauta
A atividade reforçou que a inclusão vai além do cumprimento da Lei de Co [...]
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Na quinta-feira (12), foi realizada a live “Não é normal, não é amor”, uma iniciativa construída coletivamente pela Rede de Mulheres da UNI Brasil, que reuniu dirigentes sindicais e especialistas para discutir o enfrentamento à violência contra a mulher e ampliar a conscientização sobre o tema.
A atividade contou com a participação das dirigentes Lúbia Conceição, do SECOR-CUT, e Marlene Lima, secretária de Mulheres da Contracs-CUT, que também contribuiu com a proposta de trazer registros e reportagens sobre casos recentes de violência contra mulheres, reforçando a importância de dar visibilidade a essa realidade ainda presente na sociedade.
Organizada pela Rede de Mulheres da UNI Brasil — braço da UNI Global Union voltado à articulação e formação de trabalhadoras para a luta por igualdade de gênero no mundo do trabalho — a atividade foi conduzida pela coordenadora da rede, Márcia Adão, do SIEMACO. Também participaram do debate as dirigentes Maria Edna e Bárbara Cunha, do SINTETEL, e Rosilânia Corrêa, do SENTRACOS.
Durante a transmissão, foram discutidos os sinais de violência que muitas vezes são naturalizados nas relações. As participantes destacaram que comportamentos como ciúme excessivo, controle sobre a vida da mulher e agressões físicas ou psicológicas não podem ser confundidos com demonstrações de afeto.
Como palestrantes convidadas, participaram a advogada Dra. Danildes e a psicóloga Ivanir, que trouxeram importantes análises sobre os aspectos jurídicos e psicológicos da violência contra a mulher. As especialistas também responderam perguntas enviadas pelo público durante a live, ampliando o debate e orientando sobre caminhos de apoio e proteção às vítimas.
A iniciativa reforça o compromisso das organizações sindicais e da Rede de Mulheres da UNI Brasil em romper o silêncio, informar e fortalecer a luta pela vida, dignidade e segurança das mulheres, ampliando espaços de diálogo e conscientização.
Para o presidente do sindicato, Luciano Pereira Leite, apoiar atividades como essa é fundamental para enfrentar a violência de gênero.
“Violência contra a mulher não é normal. Não é amor. Precisamos estar vigilantes e combativos diante desse tipo de comportamento”, afirmou.
A live integra o conjunto de ações promovidas pelo movimento sindical em defesa dos direitos das mulheres e pelo combate a todas as formas de violência e discriminação.
A obra resgata a trajetória de luta, organização e conquistas da categor [...]
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