8 de janeiro: Em São Paulo, movimentos realizam ato em defesa da democracia
Em São Paulo, o ato foi realizado no Salão Nobre da Faculdade de Direito [...]
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O dirigente do SECOR e secretário de Políticas Sociais da CUT-SP, Edson Bertoldo, participou de uma visita a um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vivenciando de perto o cotidiano, os desafios e as vitórias de quem constrói, com as próprias mãos, um Brasil mais justo e solidário a partir do campo.
O encontro foi uma rica oportunidade de diálogo entre o sindicalismo urbano e o rural, fortalecendo a aliança entre trabalhadores da cidade e do campo. Para Bertoldo, o MST representa muito mais do que a luta pela terra: é um movimento que promove cidadania, fomenta a agricultura familiar, organiza a produção por meio de cooperativas, valoriza a educação do campo e defende a agroecologia como caminho para uma alimentação saudável e sustentável.

Durante a visita, foi possível constatar como os assentamentos, muitas vezes invisibilizados, são verdadeiros polos de resistência, solidariedade e produção. Famílias assentadas trabalham com dignidade e constroem alternativas reais ao modelo predatório do agronegócio, reafirmando que a reforma agrária é essencial para o desenvolvimento do país.

“O que vimos aqui é um exemplo concreto de que a luta do povo no campo é digna, produtiva e essencial para o Brasil. O MST não apenas produz alimentos, mas promove cidadania e esperança. Essa ponte entre campo e cidade precisa ser fortalecida todos os dias”, destacou Bertoldo.

A presença do SECOR nessa vivência reforça seu compromisso com um projeto de sociedade que una trabalhadores de todos os territórios — urbanos ou rurais — em torno de um futuro com mais justiça, soberania e direitos.
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